Biografia

Marcelo Oliveira Costa, ou simplesmente Celo Costa, como é mais conhecido, é cantador, instrumentista, compositor, ator e poeta.

Nasceu em Umuarama (PR) e, aos quatro anos foi morar em Santa Maria da Vitória, interior do oeste baiano, onde está a matriz famíliar.

Cresceu às margens do Rio Corrente e, durante a maior parte de sua infância em meio as brincadeiras de criança, descobriu as filarmônicas, a folia de Reis e, encantado, começou a se interessar bastante pela cultura popular e mais ainda pelo mundo artístico musical, passando a posteriormente, no início de sua adolescência, pesquisar a arte pensada e produzida na região em que vivia.

Sentiu a necessidade de aprofundar-se mais em seus conhecimentos acerca das artes, sobretudo da música, Celo e deixou a cidade de Santa Maria da Vitória aos 15 anos e, em busca de realizar seus objetivos artísticos, passou por algumas capitais como São Paulo, Brasília, até chegar a Salvador, onde aconteceu a maior identificação.

Ingressou no curso superior de Licenciatura em Música da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1999, já com 20 anos,  concluindo a sua graduando em 2005 e enriquecendo ainda mais os conhecimentos que já vinha adiquirindo ao longo de sua tragétória até chegar a Salvador.

Com suas violas, violões e sanfona, viajou por cerca de dez anos e, nesse tempo, percorreu muitos lugares desse nosso Brasil cheio de ladeiras e buracos - parafraseando o poeta e amigo Bule-Bule - compondo, tocando e gravando com muita gente talentosa, como: Xangai, Elomar, Roberto Mendes, Chico César, Armandinho Macedo, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Hermeto Pascoal, entre tantos outros.

Dentre toda essa gente talentosa, o velho Dominguinhos é o grande incentivador da sanfona em sua vida, tendo, inclusive, participado da gravação da canção “Afago da distância”, composta por Celo quando ele tinha apenas 16 anos de idade e, tempos mais tarde, surpreendentemente se tornando uma de suas mais conhecidas obras.

Realizou uma turnê de 3 meses na Europa em 2003. Na França, participou de um festival de acordeonistas e levou ao público estrangeiro as inovações da música regional brasileira, em uma das casas de espetáculos mais renomadas de Paris, a famosa Favela Chic.

Coleciona hoje, aos 33 anos, mais de 300 composições inéditas, com parcerias diversas.

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